Crianças podem se beneficiar de ter uma mãe mais velha, diz estudos

2019-01-31 Off Por Rafael Souza

Trago boas novas a todas as mulheres que tiveram filhos, quando tinham 35 anos ou mais: Um novo estudo indica que seus filhos podem sim se beneficiar (e também se orgulhar) de ter uma mãe mais velha do que o normal.

Enquanto, por um longo tempo, a maioria das mães grávidas que estão com 35 amos ou mais foram taxadas de “velhas”, esta  nova pesquisa indica que elas podem ter uma alguns vantagens, se comparadas com outras mães consideradas mais “jovens”.

O que esse novo estudo sobre mães mais velhas nos ensina

Pesquisadores da Escola de Negócios e Ciências Sociais da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, avaliaram uma amostra populacional sem requisitos, de cerca de 4.700 mães e seus filhos da Pesquisa Longitudinal Dinamarquesa de Crianças de 7 a 11 anos de idade (não considerando a socioeconomia e a demografia).

Crianças podem se beneficiar de ter uma mãe mais velha, diz estudos

Eles usaram questionários que foram preenchido através de entrevistas pessoais, para assim determinar se havia diferenças na maneira como as mães de mais de 35 anos lidavam com a gravidez e a também com a maternidade. Especificamente, eles procuravam analisar o lado emocional da maternidade. E a conclusão da pesquisa, divulgada na European Journal of Developmental Psychology, deixou muita gente animada.

Os autores do estudo informaram que mães mais velhas precisavam instruir seus filhos menos tanto verbalmente quanto fisicamente entre as idade de 7 e 11 anos. E ainda, todas as crianças de mães consideradas mais velhas apresentavam “menos dificuldades no comportamento, sociais e também emocionais”.

Então, se levantou o questionamento de qual motivo leva essa melhora comportamental. Os pesquisadores relacionavam os resultados positivos do comportamento com relacionamentos conjugais mais estáveis, mais educação e também mais recursos materiais. Mas eles indicaram que, mesmo se não levar em conta esses fatores, a idade também pode trazer uma maturidade psicológica: mães mais velhas são consideradas menos estressadas durante a gravidez, mais positivas sobre a ideia de maternidade e mais positivas também em relação ao futuro dos seus filhos.

“Sabemos que a experiencia deixa as pessoas mais mentalmente flexíveis, as tornam mais tolerantes com outras pessoas e se também trazem um melhor desenvolvimento emocional. É por esse motivo que a maturidade psicológica reforça o comportamento das mães mais velhas, a não repreendem e nem disciplinam fisicamente seus filhos”, cita o professor Dion Sommer, que faz parte dos pesquisadores de Aarhus BSS. “Esse estilo de maternidade pode ajudar a criar um ambiente psicossocial positivo que afeta a educação das crianças.”

O que isso significa para você

Embora engravidar após os 35 anos possa trazer alguns riscos físicos, o resultado desse estudo é definitivamente uma boa notícia para essas mães. E atualmente, há mães mais velhas do que antes; a idade média das mulheres que mães de primeira viagem aumentou e muito nos últimos vinte anos, devido as mudanças na expectativa de vida, oportunidades educacionais, de carreira e também a maior disponibilidade de contraceptivos.

Dito isso, é bom não considerar que as mulheres mais jovens não possam ser ótimas mães ou, de alguma forma, serem mães menos amáveis, quando comparadas às mulheres com 35 anos ou mais.

Em todos os casos, há muitas coisas a se considerar, ​​antes de qualificar um pai ou mãe como “melhor” ou “pior” que o outro. Somente o fato de que você está lendo esse artigo – desse meu site que tem como objetivo ajudar as mães a ter gestações tranquilas ​​e também criarem filhos felizes e saudáveis ​​- já indica que você está interessado em aprender os melhores conselhos sobre como ser uma boa mãe ou pai. E isso significa que você tem tudo para ser uma ótima mãe ou pai, não importa quantos anos você tem. ?

 

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O curso de Paternidade Responsável Vou ser Pai é totalmente voltado para o pai, abordando os principais aspectos que envolvem a sua vida e o relacionamento com a mulher, desde a gravidez, até os primeiros meses de vida do bebê. Além disso, ao término do curso, o pai estará apto a realizar as principais tarefas relacionadas ao bebê (trocar fraldas, roupas, dar banho, curar umbigo e etc). O curso é válido ainda para a extensão da Licença Paternidade, de 5 para 20 dias, conforme determina o art. 38 da Lei 13.257/16. (Para funcionários de Empresas Cidadãs). Atualmente o curso é oferecido para pessoas físicas, grandes empresas, instituições de ensino, hospitais e maternidades. O fundador e instrutor do curso é Fernando Dias. Pai de 2 filhas, Duda e Gabi, Administrador de Empresas, com pós-graduação em Previdência Complementar pela PUC/MG e em Gestão de Projetos pela Fundação Dom Cabral. Atualmente é executivo no segmento de previdência privada.

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Fonte 01

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